AGK NEWS - notícias e sentimento dos mercados – 13.01.2026
Novo tarifaço de Trump e a divulgação do IPC nos Estados Unidos são os destaques do dia.
Donald Trump afirmou ontem que vai impor uma sobre taxa de 25% para países que fizerem negócios como o Irã.
A alegação é de que o Irã está “massacrando” sua população em recentes casos de turbamulta de manifestantes contrários ao governo.
O governo brasileiro afirmou em nota ontem à noite que irá esperar uma manifestação oficial do governo dos Estados Unidos para se manifestar.
Segundo o MDIC, o Irã ocupa a 11ª posição de destino das exportações brasileiras, com forte destaque para o agronegócio.
As exportações para o Irã responderam por 1,75% das exportações do agro brasileiro, algo em torno de usd.2,9 bilhões.
No caso de importações, o destaque fica por conta das compras de ureia, fundamental para o setor de fertilizantes.
Fora a pressão do novo tarifaço de Trump, o dia será marcado pela divulgação do índice de preços ao consumidor nos Estados Unidos, a projeção dos analistas é de que o índice se mantenha alinhado com a última medição (0,3%).
A recente pressão sob o FED, proporcionada pelo governo de Trump, fez com que o mercado mantivesse um tom mais cauteloso ontem, aqui no Brasil o dólar fechou em torno de 5,38 com alta de +0,12%.
O Ibovespa fechou em baixa de -0,13% aos 163.150 pontos.
Os índices acionários europeus e os futuros norte-americanos trabalham em baixa nesta manhã.
O índice DXY trabalha em alta de +0,10% aos 98.710 pontos.
Os preços do petróleo trabalham em alta de +1,58% na média.
O Bacen irá realizar leilões de swap cambial para fins de rolagens às 11h:30.
AGENDA ECONÔMICA: Principais divulgações
BRASIL: dados de crescimento do setor de serviços (09:00h).
EUA: índice de otimismo de pequenas empresas (08:00h), variação semanal de empregos (10h:15), índice de preços ao consumidor (10h:30), vendas de casas novas (12:00h).
BOLSAS DE VALORES
ÁSIA: Shanghai: -0,64%, Hong Kong: +0,90%, Tokio: +3,13%.
EUROPA: trabalham em baixa de -0,18% na média.
EUA índices futuros: trabalham em baixa de -0,23% na média.





