Nova super quarta-feira é o destaque nos mercados.

Novamente temos uma super quarta-feira, sendo essa mais cheia de expectativas devido as incertezas do rumo fiscal no Brasil e da guerra no Oriente Médio.

No caso do Brasil, desde o início do segundo semestre do ano passado se alardeava que os juros só iriam cair agora em março.

O tamanho do corte é o que se discute, apesar de uma pequena parcela de economistas  ainda apostem numa Selic inalterada.

Devido ao conflito armado no Oriente Médio a grande maioria das apostas apontam para um corte de 0,25%.

Caso se confirme, será o primeiro corte nos juros em quase dois anos, a Selic está em 15% ao ano desde maio de 2024.

Nos Estados Unidos a grande aposta é de manutenção dos juros, que se encontram atualmente na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano.

Os Estados Unidos anunciaram na noite passada que um forte ataque foi efetuado contra bases do Irã no estreito de Ormuz com a finalidade de liberar o canal para passagem dos navios petroleiros.

Ainda não se sabe a dimensão do ataque, porém os preços do petróleo pararam de subir na sessão asiática desta madrugada, o Brent está sendo cotado em usd.103,61 com alta de +0,18% e o WTI está cotado em usd.94,35 com alta de -1,25%.

Os índices acionários europeu e os futuros norte-americanos trabalham em baixa alta.

As cotações do dólar aqui no Brasil seguiram os movimentos da moeda no exterior, a divisa norte-americana fechou em baixa de -057% cotada em 5,205.

O índice DXY trabalha em alta de +0,05% aos 99.375 pontos.

O Bacen irá realizar leilões de swap cambial para fins de rolagens (11h:30).

AGENDA ECONOMICA: Principais divulgações

BRASIL: fluxo cambial estrangeiro (14h:30), divulgação da Selic (18h:30).

EUROPA: índice de preços ao consumidor (07:00h).

EUA: índice de preços ao produtor (09h:30), encomendas à indústria (11:00h), estoques de petróleo (11h:30), divulgação da taxa de juros (15h:30).

BOLSAS DE VALORES

ÁSIA: Shanghai: +0,32%, Hong Kong: +0,61%, Tokio: +3,15%.

EUROPA: trabalham em alta de 0,48% na média.

EUA índices futuros: trabalham em alta de +0,56% na média.