Governo brasileiro anuncia plano para conter os preços dos combustíveis.

A escala do conflito no Oriente Médio continua fazendo preço, ontem houve forte volatilidade nos mercados, os preços do petróleo continuam subindo e o sinal de alerta com relação aos juros foi acionado.

Existe o sentimento de que os juros, tanto nos Estados Unidos, como no Brasil, devam cair menos que as projeções.

Aqui no Brasil o IPCA acima das expectativas (+0,70%) alimentou o sentimento de um corte menor na Selic, fato que deve ocorrer ainda neste mês.

A grande preocupação é que o IPCA divulgado ontem ainda não refletiu o forte aumento dos preços do petróleo.

O governo federal lançou ontem um pacote antiturbulência, foram zerados os tributos do diesel (pis,cofins), além que um programa de subvenção a produtores e importadores.

Para compensar a isenção de tributos nos preços do diesel, o governo vai tributar as exportações de petróleo e alguns de seus derivados.

O Bacen divulgou que fará hoje, além dos tradicionais leilões de rolagens de swap cambial (11h:30), um leilão de venda de dólares à vista na ordem de usd.1 bilhão (09h:30).

Olhares atentos hoje no índice de preços (PCE) nos Estados Unidos.

Os preços do petróleo continuam pressionados, agora pela manhã o Brent está sendo cotado em usd.100,71 com alta de +0,23% e o WTI é cotado em usd.95,30 com alfa de +0,03%.

O dólar fechou o dia em alta de +1,70% cotado em 5,249,

O Ibovespa fechou em baixa de -2,55% aos 179.284 pontos.

Os índices acionários europeu trabalham em baixa, os futuros norte-americanos em alta nesta manhã.

O índice DXY trabalha em alta de +0,43% aos 100.192 pontos.

AGENDA ECONOMICA: Principais divulgações

BRASIL: IPCA om ajuste mensal (08h:30), dados do setor de serviços (09:00h).

EUA: PIB, índice de preços PCE (09h:30), ofertas de empregos, índice de expectativa inflacionaria e de consumo do FED de Michigan (11:00h).

BOLSAS DE VALORES

ÁSIA: Shanghai: -0,81%, Hong Kong: -0,98%, Tokio: -1,40%.

EUROPA: trabalham em baixa de -0,65% na média.

EUA índices futuros: trabalham em alta de +0,12% na média.