Ata do COPOM e IPCA são os destaques do dia.

Antes da abertura dos mercados (08h:00h), conheceremos a ata da última reunião do COPOM.

A expectativa é de maior clareza sobre o possível fim no ciclo de corte de juros, investidores querem entender se haverá uma pausa prolongada na taxa básica de juros nas próximas reuniões.

Fora o ambiente doméstico, o cenário externo deve ganhar especial atenção, a avaliação do comitê sobre os conflitos geopolíticos, os rumos dos juros nos Estados Unidos junto com o novo tarifaço estão nos radares.

Logo após a divulgação da ata do COPOM sai o IPCA de julho (09:00h), a projeção é de desaceleração do índice (entre 0,3 e 0,7%).

A falta de um acordo com relação ao Estreito de Ormuz continua pressionando as cotações do petróleo.

Após uma alta de 5% ontem, o Brent segue subindo agora pela manhã sendo cotado em usd.90,03 com alta de +2,5%, o WTI é negociado em usd.83,90 com alta de +2,12%.

A alta do petróleo vinha segurando as cotações do dólar no mercado brasileiro, porém ontem o movimento não continuou, mesmo com a alta das ações da Petrobras a divisa norte-americana subiu e fechou em 5,115 com alta de +0,55%.

Operadores destacaram o baixo volume financeiro no mercado ontem e um possível movimento de proteção por parte de grandes bancas para a alta do dólar.

Outro motivo de destaque é o “cupom eleitoral” que já está fazendo preço nos mercados.

O Ibovespa fechou em baixa de -0,19% aos 172.180 pontos.

Os índices acionários europeus trabalham em alta, os futuros norte-americanos em alta nesta manhã.

O índice DXY trabalha em alta de +0,04% aos 99,745 pontos.

O Bacen irá realizar leilões de swap cambial para fins de rolagens (11h:30).

AGENDA ECONÔMICA: Principais divulgações

BRASIL: ata do COPOM (08:00h), IPCA (09:00h).

EUA: variação semanal de empregos (09h:15), vendas de casas usadas (11:00h), perspectiva energética de cureto prazo (13:00h).

BOLSAS DE VALORES

  • ÁSIA: Shanghai: -0,82%, Hong Kong: -1,10%, Tokio: +2,08%.
  • EUROPA: trabalham em alta de +0,33% na média.

ESTADOS UNIDOS: trabalham em alta de +0,18% média.