Payroll de sexta-feira mexeu com a expectativas dos investidores.
A medição surpreendente do relatório Payroll, que foi anunciado na última sexta-feira, mudou as projeções dos mercados.
A expectativa era da criação em torno de 85 mil vagas de trabalho, porém o número foi negativo, o relatório mostrou a redução de 25 mil vagas de trabalho.
A taxa de desemprego caiu para 4,1% ante 4,2% em junho.
As chances de uma nova alta de juros pelo Federal Reserve em setembro despencaram de mais de 50% para cerca de 40% após o Payroll mostrar a perda inesperada vagas de trabalho nos EUA.
O relatório mudou o consenso do mercado financeiro, consolidando a percepção de que a taxa de juros americana deve ser mantida estável no atual patamar de 3,50% a 3,75% ao ano por mais tempo, afastando o fantasma de novos aumentos.
Os rendimentos dos títulos públicos americanos de 10 anos ( os mais negociados) caíram fortemente para a faixa de 4,6%, refletindo o alívio dos investidores com um FED menos agressivo.
Como base no cenário apresentado, o dólar recuou mundo afora, aqui no Brasil a divisa norte-americana fechou o dia em torno de 5,09 com queda de -0,48%.
Os investidores segue atentos aos movimento no Oriente Médio, os preços do petróleo voltaram a subir nesta madrugada depois de notícias de que o irã continuará regulando a rota dos navios.
Agora pela manhã o Brent está sendo negociado em usd.84,06 com alta de +0,61% e o WTI em usd.78,60 com alta de +0,54%.
Os índices acionários europeus trabalham em alta, os futuros norte-americanos em alta.
O índice DXY trabalha em alta de +0,15% aos 99,572 pontos.
O Ibovespa registrou baixa de -1,73% fechando aos 172.513 pontos na última sexta-feira.
O Bacen irá realizar leilões de swap cambial para fins de rolagens (11h30).
AGENDA ECONÔMICA: Principais divulgações
BRASIL: boletim Focus do Bacen (08h25).
EUROPA: confiança do consumidor (05h30).
EUA: índice de tendência de empregos (11h).
BOLSAS DE VALORES
- ÁSIA: Shanghai:+0,67%, Hong Kong: +1,05%, Tokio: +2,22%.
- EUROPA: trabalham em alta de +0,08% na média.
ESTADOS UNIDOS: trabalham em alta de +0,14% média.





