Última dia útil de maio promete.

Não faltam notícias para esse 29 de maio, o mês termina com esperanças renovadas no Oriente Médio e pressão em território brasileiro.

A imprensa norte-americana destaca agora pela manhã que os Estados Unidos e o Irã tem indícios de um acordo, faltando apenas a palavra final de Donald Trump.

Com base neste noticiário os preços petróleo voltam a cair no mercado internacional, o Brent é negociado em usd.91,17 em queda de -1,64% e o WTI em usd.87,50 recuando         -1,70%.

Aqui no Brasil a notícia do dia é a inclusão por parte do Estados Unidos do PCC e do CV como organizações terroristas.

Essa inclusão será extremamente prejudicial para o Brasil, as portas para fortes sanções dos Estados Unidos contra o Brasil serão abertas.

O setor financeiro, que já é alvo de críticas do governo norte-americano devido sistema PIX, pode ser afetado.

Vale destacar que atualmente 95% das transações comerciais do Brasil com o exterior são em dólares dos Estados Unidos, e passam obrigatoriamente por contas vinculadas ao país.

Fora o setor financeiro, as portas ficam abertas para interferência em outros setores fortes de nossa economia, como o setor de combustíveis.

É bom que se veja o que aconteceu recente com o Mexico, que também teve organizações classificadas como terroristas, vários bancos sofreram sanções e estão proibidos de operar no mercado internacional, fora isso pessoas físicas e jurídicas são alvos de bloqueios em suas transferências.

Hoje é dia de formação de PTAX mensal no mercado de câmbio.

Os índices acionários europeus e os futuros norte-americanos trabalham em alta,  índice DXY trabalha em alta de +0,04% aos  99.045 pontos.

Não há previsão de leilões de swap cambial para fins de rolagens.

AGENDA ECONÔMICA: Principais divulgações

BRASIL: balanço orçamentário (08h:30), PIB (09;00h).

EUA: balança comercial de bens (09h:30),PMI de Chicago (11h:30).

BOLSAS DE VALORES

ÁSIA: Shanghai: -0,73%, Hong Kong: +0,70%, Tokio: +2,53%.

EUROPA: trabalham em alta de +0,42% média.

EUA índices futuros: trabalham em alta de +0,16% na média.