O dia será marcado por forte agenda econômica.
O clima volta a ficar conturbado nos mercados, no Oriente Médio novamente foram reportados ataques de norte-americanos contra alvos iranianos no Estreito de Ormuz, gerando negatividade com relação ao acordo de paz que estava sendo costurado.
Aqui no Brasil a divulgação do IPCA-15 surpreendeu de forma negativa, o índice subiu +0,62% em maio, acumulando assim uma alta de 3,30% no ano e 4,64% no acumulado de doze meses.
A índice ficou acima do teto da meta (4,50%), marcando assim a maior alta verificada desde 2016.
O índice foi puxado pelos setores de alimentação, habitação e saúde, sendo que apenas o setor de transportes registrou pequena queda.
A agenda econômica ganha tração hoje, aqui no Brasil teremos a divulgação do IGP-M de maio e a taxa de desemprego, nos Estados Unidos teremos a divulgação do PCE, do PIB e dos pedido de seguro-desemprego, entre outros.
Ontem o dia foi de aversão ao risco, principalmente de países relacionados a commodities, o que é nosso caso, as ações da Petrobras voltaram a cair jogando para baixo o Ibovespa, que fechou em queda de -0,48% aos 175.744 pontos.
Aos poucos o dólar continua se valorizando, novamente a divisa norte-americana fechou em alta com relação ao real. O dólar encerrou o dia cotado em 5,07 com alta de +0,46%.
Os índices acionários europeus e os futuros norte-americanos trabalham em baixa.
O índice DXY trabalha em alta de +0,15% aos 99.300 pontos.
Não há previsão de leilões de swap cambial para fins de rolagens.
AGENDA ECONÔMICA: Principais divulgações
BRASIL: IGP-M (08:00h), taxa de desemprego, índice de preços ao produtor (09:00h), índice Caged de empregos (14h:30).
EUROPA: ata da última reunião do BCE (08h:30).
EUA: licenças de construções (09h10), índice PCE, PIB, pedidos de seguro-desemprego (09h:30), vendas de casas novas (11:00h), estoques de petróleo (13:00h).
BOLSAS DE VALORES
ÁSIA: Shanghai: +0,12%, Hong Kong: -1,27%, Tokio: -0,53%.
EUROPA: trabalham em baixa de -0,42% média.
EUA índices futuros: trabalham em baixa de -0,24% na média.





