Fluxo estrangeiro novamente verificado nos mercados.

Depois de uma segunda-feira morna, os investidores estrangeiros voltaram a alocar capital no Ibovespa .

Grandes fundos esperaram a ata do COPOM para seguir com o movimento da semana passada, mesmo que em menor volume.

A ata do COPOM saiu ontem pela manhã e mostrou aos investidores que o ciclo de cortes da Selic pode começar em março.

O COPOM afirmou na ata que a decisão de manter os juros em 15% ao ano estava compatível com a estratégia de convergência da inflação ao redor da meta.

Porém o destaque da ata foi afirmar, que sem prejuízo de seu objetivo de assegurar a estabilidade de preços, a decisão de manter a Selic por enquanto em 15% ao ano não implica numa suavização futura.

A partir de agora a grande aposta que deve contaminar as mesas operacionais estará relacionada ao tamanho do corte da Selic em março.

O Congresso voltou de recesso é já deu suas caras com o não comprometimento com as contas públicas, alinhados com o governo, a maioria dos partidos deram aval de maneira simbólica a um aumento de salários aos servidores do legislativo, além da criação de milhares de vagas Brasil afora; a conta desse movimento do Congresso deve ficar em torno de R$.4,3 bilhões apenas em 2026.

O shutdown parcial nos Estados Unidos continua afetando a divulgação de indicadores.

O dólar fechou o dia cotado em torno de 5,25 em baixa de -0,15%.

O Ibovespa fechou em alta de +1,58% aos 185.674 pontos.

O índice DXY trabalha em alta de +0,12% aos 97.395 pontos.

Os preços do petróleo trabalham em alta de +0,56% na média.

O Bacen irá realizar leilões de swap cambial para fins de rolagem (11h30).

AGENDA ECONOMICA: Principais divulgações

BRASIL: PMIs composto e de serviços (10:00h), fluxo cambial estrangeiro (14h:30).

EUROPA: índice de preços ao produtor (07:00h).

EUA: PMIs de serviços e composto (11h:45), estoques de petróleo (12h:30).

BOLSAS DE VALORES

ÁSIA: Shanghai: +0,85%, Hong Kong: +0,05%, Tokio: -0,63%.

EUROPA: trabalham em alta de +0,33% na média.

EUA índices futuros: trabalham em alta de +0,18% na média.