Preços do petróleo voltam a cair.
Pelo quinto dia consecutivo os preços do petróleo recuam, o Brent voltou a ser negociado abaixo dos usd.100,00, e a expectativa é de o fluxo de queda continue.
A Arábia Saudita conseguiu reiniciar as operações do seu importantíssimo oleoduto Leste-Oeste rumo ao Mar Vermelho. A estrutura estava paralisada desde 11 de setembro após sofrer ataques de drones, e sua volta restabelece o fluxo de cerca de 4 milhões de barris por dia (4% da oferta global) sem depender do tenso Estreito de Ormuz.
Além da normalização nos dutos sauditas, o Iraque anunciou um aumento de 3 milhões de barris diários em suas exportações.
Porém a esperança está no avanço diplomáticos entre Estados Unidos e Irã, Donald Trump disse ontem que houve uma produtiva reunião entre os emissários dos dois países na Assembleia Geral da ONU.
Agora pela manhã o Brent está sendo negociado em usd.99,14 com queda de -0,12% e o WTI em usd.89,71 com queda de -0,89%.
Investidores classificaram a ata do COPOM, divulgada ontem, como neutra, o relatório saiu em linha com as expectativas e confirmou a desaceleração econômica, porém não houve pistas de como serão os próximos passos.
O foco do mercado agora se volta para três fatores: os juros americanos, os preços do petróleo e o risco fiscal no Brasil.
A próxima divulgação da Selic vai acontecer dia 04 de novembro já com o resultado da eleição presidencial definida.
O dólar fechou perto da estabilidade cotado em 5,11.
O Ibovespa fechou em alta de +0,44% aos 187.423 pontos.
O índice DXY trabalha em alta de +0,26% aos 100,580 pontos.
Os índices acionários europeus e os futuros norte-americanos trabalham em baixa.
O Bacen irá realizar leiloes de swap cambial para fins de rolagens (11h:30).
AGENDA ECONÔMICA: Principais divulgações
BRASIL: fluxo cambial estrangeiro (14h:30).
EUROPA: PMI industrial e de serviços (05:00h).
EUA: PMI industrial e de serviços (10h:45), estoques de petróleo (11h:30).
BOLSAS DE VALORES:
- ÁSIA: Shanghai: -0,39%, Hong Kong: -1,01%, Tokio: feriado.
- EUROPA: trabalham em baixa de -0,23% na média.
ESTADOS UNIDOS: trabalham em baixa de -0,02% na média.





