Brent volta a superar os usd.100,00 por barril.
Aumentaram os ataques entre Estados Unidos e Irã, países aliados aos norte-americanos, como a Arabia Saudita, foram alvos de bombardeios esta noite.
Os ataques dos Houthis, ligados ao Irã, miraram instalações energéticas sauditas, fato que fez os preços do petróleo dispararem nos mercado internacional.
Agora pela manhã o Brent sobe +3,10% cotado em usd.100,77 e o WTI sobe +2,42% cotado em usd.95,27.
A cautela volta a rondar as mesas operacionais, os custos de energia vão pressionar os índices inflacionários, e o aumento de juros volta a ganhar força, principalmente nos Estados Unidos.
Aqui no Brasil o mercado está “meio que descolado do exterior” o “cupom eleitoral” ganha força e os investidores entram na fases de apostas.
Como o aumento do conflito no STF ganha força, a tese de que Flavio Bolsonaro deve ser o principal beneficiado ganha força, principalmente depois das pesquisas do final de semana que mostram o candidato empato com Lula em eventual segundo turno.
Como base nesse cenários o dólar voltou a cair aqui no Brasil, a divisa norte-americana fechou o dia em torno de 5,09 com queda de -0,79%.
É a menor cotação do dólar desde o início de agosto.
O Bacen anunciou que fará dois leilões no mercado de câmbio amanhã dia 10 de setembro, as duas operações somam usd 2 bilhões, sendo usd 1bilhão à vista e outro usd.1 bilhão de swap reverso.
O Ibovespa fechou em alta de +1,20% aos 187.366 pontos.
O índice DXY trabalha em alta de +0,05% aos 98,795 pontos.
Os índices acionários europeus trabalham em alta, os futuros norte-americanos em baixa.
O Bacen irá realizar leilões de swap cambial para fins de rolagens (11h30).
AGENDA ECONÔMICA: Principais divulgações
BRASIL: confiança do consumidor/Reuters (12h), fluxo cambial estrangeiro (14h:30).
EUROPA: discursos da Presidente do BCE (14h).
EUA: Variação semanal de empregos privados (09h15), perspectiva energética de curto prazo (13h).
BOLSAS DE VALORES
- ÁSIA: Shanghai: +0,28%, Hong Kong: -0,17%, Tokio: -0,19%.
- EUROPA: trabalham em baixa de -1,28% na média.
ESTADOS UNIDOS: trabalham em baixa de -0,42% média.





