Estados Unidos volta a atacar o Irã.
A primeira ofensiva dos Estados Unidos contra o irã desde o final de julho aconteceu ontem à noite.
Sob a alegação de que o Irã preparava novos lançamentos de foguetes na Ilha de Larak, perto do Estreito de Ormuz, os Estados Unidos conduziram novos ataques. Teerã confirmou o bombardeio e denunciou o envolvimento de alvos civis, enquanto a Guarda Revolucionária retaliou posições americanas em países vizinhos.
Esses novos ataques novamente impulsionaram as cotações dos barris de petróleo, agora pela manhã o Brent está sendo negociado com forte alta de +6,42% cotado em usd.92,10 e o WTI em alta de +4,05% cotado em usd.86,86.
A alta do petróleo se junta ao discurso de Kevin Warsh na última sexta-feira no simpósio de Jackson Hole e eleva a volatilidade nos mercados.
Warsh reforçou o compromisso inflexível em levar a inflação de volta à meta de 2%, deixou claro que, se os dados não melhorarem, o FED está pronto para subir os juros ainda em 2026.
O Presidente do FED afirmou textualmente que está "comprometido com uma disciplina, não com uma decisão", indicando que os indicadores macroeconômicos guiarão cada reunião de forma independente; criticou ainda a prática tradicional do FED em emitir previsões de longo prazo e sinalizações detalhadas sobre os próximos passos.
O discurso do Warsh fez disparar os juros futuros e as cotações do dólar mundo afora, a expectativa passa a ser de alta de juros na próxima reunião do FED.
Aqui no Brasil hoje é dia de formação da PTAX mensal, elevando assim a volatilidade no mercado de câmbio.
O dólar fechou em torno de 5,20 com alta de +0,62%, o Ibovespa fechou em alta de +0,30% aos 175.665 pontos.
O índice DXY trabalha em baixa de -0,17% aos 99.495 pontos.
Os índices acionários europeus trabalham em alta, os futuros norte-americanos em baixa.
Não há previsão de leilões no mercado de câmbio hoje.
AGENDA ECONÔMICA: Principais divulgações
BRASIL: boletim Focus do Bacen (08h25), balanço orçamentário (08h30).
EUA: PMI de Chicago (10h45).
BOLSAS DE VALORES:
- ÁSIA: Shanghai: +0,86%, Hong Kong: -0,07%, Tokio: -0,23%.
- EUROPA: trabalham em baixa de -0,08% na média.
ESTADOS UNIDOS: trabalham em baixa de -0,12% média.





