Em meio a uma agenda econômica fraca, a ata do FOMC é grande destaque.
Com o cupom eleitoral ditando os rumos do mercado, a volatilidade e cautela ainda devem imperar em nosso mercado.
Os estrangeiros continuaram saindo do Ibovespa, a Bolsa brasileira teve impressionantes nove pregões seguidos de queda.
Na sexta-feira o índice fechou com baixa de -0,10% as 166.934 pontos.
É a maior sequência de perdas diárias do índice desde agosto de 2023, acumulando um recuo de -6,22% no período e zerando boa parte dos ganhos acumulados no ano.
Fora o cupom eleitoral, ainda existe forte preocupação com os andamento da guerra no Oriente Médio.
O pacto temporário firmado em junho, que estabelecia uma trégua de 60 dias para desenhar um acordo de paz amplo e limitar o programa nuclear, expirou oficialmente sem resultados práticos.
O governo norte-americano vem prometendo forte isolamento econômico contra o Irã, Donald Trump afirmou que nas próximas semanas vai divulgar o maior isolamento que o mundo já viu.
O impasse tende a pressionar ainda mais os preços do petróleo, o mercado financeiro segue em alerta e os preços das commodities vão seguir pressionados.
O grande destaque da semana ficará por conta da divulgação da ata da última reunião do FOMC, que será divulgada nesta quarta-feira.
O dólar fechou sexta-feira cotado em torno de 5,23 com alta de +0,65%, é a maior taxa do dólar desde o final de março deste ano.
Os preços do petróleo trabalham em alta nesta manhã, o Brent é negociado em usd.89,42 (+0,29) e o WTI em usd.82,22 (+0,92%).
Os índices acionários europeus trabalham em baixa, os futuros norte-americanos em alta.
O índice DXY trabalha em baixa de -0,20% aos 99,355 pontos.
O Bacen irá realizar leilões de linha e de swap cambial para fins de rolagens (11h:30).
AGENDA ECONÔMICA: Principais divulgações
BRASIL: IGP-10 (08:00h), boletim Focus do Bacen (08:25)
EUA: índice de atividade industrial (09h:30).
BOLSAS DE VALORES:
- ÁSIA: Shanghai: +1,41%, Hong Kong: +1,34%, Tokio: +0,70%.
- EUROPA: trabalham em baixa de -0,09% na média.
ESTADOS UNIDOS: trabalham em alta de +0,27% média.





