Investidores pesos pesados dos EUA pressionam pela diplomacia.
Investidores norte-americanos e globais estão pressionando fortemente por saídas diplomáticasno Oriente Médio devido ao temor de que uma escalada militar prolongada force o Federal Reserve a elevar os juros.
O estopim para a mobilização do mercado foi o repique do petróleo Brent, que superou os US$ 90,00 após novos ataques na região, reacendendo os riscos inflacionários globais.
Mediadores internacionais apresentaram uma proposta de um novo cessar-fogo temporário de pelo menos dez dias entre o governo norte-americano e iraniano.
Uma reação imediata a esses esforços diplomáticos já redesenhou as mesas de negociação nesta madrugada.
A sinalização de diálogo abriu espaço para a forte recuperação de ações de tecnologia e chips na Ásia e estabilizou os mercados acionários futuros nos Estados Unidos.
As bolsas asiáticas fecharam em forte alta nesta madrugada, Tokio subiu +3,29% e Shanghai +1,79%.
A pressão diplomática ajudou um pouco nas cotações do petróleo, porém ainda seguem altas, o Brent é negociado nesta manhã com alta de +0,53% cotado em usd,89,74 e o WTI sobe +0,68% cotado em usd,83,04.
Os índices acionários europeus e os futuros norte-americanos seguem no embalo das bolsas asiáticas e trabalham em alta nesta manhã.
O mercado financeiro aqui no Brasil ontem foi marcado pela baixa liquidez, fato que levou nossa bolsa a registrar o quinto pregão seguido de queda.
A agenda econômica mundial é fraca hoje.
O Ibovespa fechou em baixa de -0,20% aos 173.371 pontos.
O dólar fechou cotado em 5,09 com queda de -0,42%.
O índice DXY trabalha em baixa de -0,06% aos 100,717 pontos.
O Bacen irá realizar leilões de swap cambial para fins de rolagens às 11h30.
AGENDA ECONÔMICA: Principais divulgações
· EUROPA: dados de empréstimos bancários (05h), índice de percepção econômica (06h).
· EUA: variação semanal de empregos (09h15).
BOLSAS DE VALORES
· ÁSIA: Shanghai: +1,79%, Hong Kong: -0,04%, Tokio: +3,29%.
· EUROPA: trabalham em alta de +0,32% média.
EUA índices futuros: trabalham em alta de +0,84% na média.





