Divulgação do IPCA é o destaque do dia
Ontem o dia foi de otimismo nos mercados, investidores creem que Estados Unidos e Irã devem chegar a um novo acordo para pôr fim aos ataques que voltaram a ocorrer há mais de dois dias.
O sentimento de que o novo acordo pode estar sendo costurado veio de uma entrevista de Donald Trump afirmando que representantes do Irã telefonaram para sua equipe para pôr um fim ao novo conflito.
Essa notícia derrubou os preços do petróleo ontem em torno de -3,00%, agora pela manhã o Brent é negociado em usd.76,24 com queda-0,08%, e o WTI em usd.72,02 com queda de -0,09%.
Aqui no Brasil, embora as bolsas em São Paulo tenham operado normalmente, o volume de negócios foi reduzido por conta do feriado estadual da Revolução Constitucionalista.
Com o volume financeiro reduzido e refletindo o apetite ao risco verificado no mercado internacional o dólar recuou ontem.
A divisa norte-americana fechou o dia em torno de 5,13 com queda de -0,48%.
O destaque do dia fica por conta da divulgação do IPCA, que é o indicador oficial macroeconômico mais aguardado pelos investidores, pois mede o custo de vida e dita os rumos da nossa taxa de juros (Selic).
As projeções apontam para uma desaceleração no índice cheio de junho, após o IPCA de maio ter vindo em 0,58%.
O IPCA-15 (a prévia de junho) veio em 0,41%, puxado principalmente por energia elétrica e alimentação. Os investidores querem ver se o dado fechado confirmará essa tendência de alívio ou trará surpresas na categoria de serviços.
No exterior a agenda econômica é fraca hoje.
O Ibovespa fechou em alta de +1,22% aos 172.742 pontos.
Os índices acionários europeus trabalham em alta, os futuros norte-americanos em baixa nesta manhã.
O índice DXY trabalha em baixa de -0,06% aos 100,625 pontos.
Não há previsão de leilões de swap cambial pelo Bacen
AGENDA ECONÔMICA: Principais divulgações
· BRASIL: IPCA (09h);
· EUA: relatório agrícola Wadse (13h).
BOLSAS DE VALORES:
· ÁSIA: Shanghai: -1,00%, Hong Kong: +0,60%, Tokio: +1,58%;
· EUROPA: trabalham em alta de +0,12% média;
EUA índices futuros: trabalham em baixa de -0,08% na média.





