USTR propõe tarifas de 25% sobre o Brasil.

O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) sugeriu na noite desta segunda-feira que os Estados Unidos taxem as importações Brasil na ordem de 25%.

Através da Seção 301, uma lei de comercio de 1974, o órgão propôs a aplicação das tarifas por considerar que os Estados Unidos estão sendo afetados por concorrência desleal por parte do Brasil.

Os estudos começaram em julho de 2025 e foram finalizados ontem, os  Estados Unidos devem utilizar a Seção 301 para contornar a suspensão do tarifaço de Donald Trump imposto pela justiça federal.

O relatório contra o Brasil tem 73 páginas, onde consta uma relação de produtos que devem ser taxados, porém alguns produtos, como frutas, café e minerais podem ficar de fora.

O documento cita pontos críticos do comercio bilateral, com destaque para o comercio digital e serviços de pagamentos (PIX), tarifas desleais (comercio entre Brasil Índia e Mexico como exemplo), desmatamento ilegal,  acesso ao mercado de etanol e proteção de propriedade intelectual, entre outros.

Donald Trump tem até o dia 15 de julho para bater o martelo com relação ao “novo tarifaço” proposto ao Brasil, até lá as negociações entre os países devem seguir.

No Oriente Médio o clima ainda é de incerteza, o “vai e volta” de Trump só traz volatilidade aos preços do petróleo, que nesta manhã recuam em torno de -1,20% na média.

O dólar fechou em baixa de -0,47% cotado em 5,025, o Ibovespa recuou -0,91% fechando o pregão aos 172.197 pontos.

Os índices acionários europeus trabalham em alta, os futuros norte-americanos em baixa.

índice DXY trabalha em baixa de -0,06% aos 99,090 pontos.

A agenda econômica é fraca hoje.

Não há previsão de leilões de swap cambial para fins de rolagens.

AGENDA ECONÔMICA: Principais divulgações

EUROPA: índice de preços ao consumidor (06:00h).

EUA: índice de otimismo econômico (11h:10).

BOLSAS DE VALORES

ÁSIA: Shanghai: +0,43%, Hong Kong: +2,52%, Tokio: -0,49%.

EUROPA: trabalham em alta de +0,75% média.

EUA índices futuros: trabalham em baixa de -0,33% na média.