Ontem o apetite ao risco foi verificado nos mercados, o movimento se deu novamente por conta de um possível acordo entre Estados Unidos e Irã para o fim do conflito armado.
Porém os investidores seguem com um pé atras, as retoricas de Donald Trump impedem que um movimento de recuperação dos mercados seja mais consistente.
O Irã confirmou que recebeu a proposta enviada pelos Estados Unidos com 15 pontos, todavia foi rechaçada e o imbróglio continua, porém com certo sentimento de que as partes podem chegar a um acordo aumentam.
Com o mercado mais tomador, houver forte ingresso de estrangeiros aqui no Brasil, fato que fez com que o Ibovespa fecha-se o pregão com alta de +1,60% aos 185.424 pontos.
Com o fluxo positivo, o dólar caiu -0,65% fechando cotado em torno de 5,22.
Agora pela manhã a imprensa noticiou que Israel matou um importante líder iraniano (Alireza Tangsiri), ele era integrante da marinha iraniana e um dos responsáveis pelo fechamento do estreito de Ormuz.
Essa notícia fez com que os preços do petróleo subissem novamente nos mercados agora pela manhã, o Brent voltou a ser negociado acima dos usd.100,00 com alta de +3,10%, enquanto o WTI está endo negociado em usd.93,15 com alta de +3,18%
Na esfera econômica a atenção dos investidores hoje estará na divulgação do IPCA-15, que pode já trazer no índice reflexo dos aumentos dos combustíveis.
Fora o IPCA-15, hoje é dia e divulgação dos pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos.
Os índices acionário europeus e os futuros norte-americanos trabalham em queda nesta manhã.
O índice DXY trabalha em alta de +0,12% aos 99.510 pontos.
Não há previsão de leilões de swap cambial pelo Bacen.
AGENDA ECONÔMICA: Principais divulgações
BRASIL: relatório trimestral da inflação (08:00h), IPCA-15, reunião do CMN (09:00h).
EUROPA: índice de confiança do empresariado e consumidor (06:00h).
EUA: pedidos de seguro-desemprego (09h:30).
BOLSAS DE VALORES
ÁSIA: Shanghai: -1,09%, Hong Kong: -1,89%, Tokio: -0,48%.
EUROPA: trabalham em baixa de -1,05% na média.
EUA índices futuros: trabalham em baixa de -0,55% média.





