Semana se encerra com volatilidade nos mercados.
Ontem o dia foi marcado pela instabilidade nos mercados, principalmente no de câmbio aqui no Brasil.
O tímido corte da Selic, a manutenção dos juros nos Estados Unidos e a escalada dos preços do petróleo fizeram com que o dólar supera-se os 5,30 ontem pela manhã.
Nem mesmo os leilões que o Bacen fez (um de linha na ordem de usd.1.bilhão, mais um de swap cambial reverso, também na ordem de usd.1 bilhão) foram capazes de segurar as cotações pela manhã.
Apenas no final do dia as cotações do dólar recuaram refletindo a queda da moeda no exterior, influenciada pela quedas dos prêmios dos treasuries norte-americanos e com uma nova movimentação com relação ao petróleo.
Aqui no Brasil o dólar foi cotado entre 5,20 e 5,33, fechando o dia em torno de 5,22 com queda de -0,56%
Os Estados Unidos lançaram uma “licença especial” para que possa ser comercializado o petróleo russo que está em navios-tanques mundo afora, a medida vale até o dia 11 de abril, vale lembrar que desde a invasão russa contra Ucrania, existe um embargo contra o petróleo russo.
Outro movimento foi a de uma maior liberação das reservas de emergência dos países membros do da OPEP.
Esse movimento fez com que o Brent se afasta-se dos usd.120,00 por barril, porém os preços do petróleo continuam pressionados, agora pela manhã o Brent está sendo negociado em usd.110,59 com alta de +1,59% e o WTI em usd.95,99 com alta de +0,46%.
Na espera política nacional, o ex-banqueiro Daniel Vorcaro está negociando uma delação premiada com o Ministério Público e Polícia Federal, fato que pode gerar turbulência extra nos mercados.
A agenda econômica global é fraca hoje.
O índice DXY trabalha em alta de +0,34% aos 99.390 pontos.
O Bacen irá realizar leilões de swap cambial para fins de rolagens (11h:30).
AGENDA ECONOMICA: Principais divulgações
EUROPA: balança comercial da zona do euro (07:00h).
BOLSAS DE VALORES
ÁSIA: Shanghai: -1,24%, Hong Kong: -0,88%, Tokio: -3,38%.
EUROPA: trabalham em baixa de -0,42% na média.
EUA índices futuros: trabalham em baixa -0,55% na média.





